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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Deus pode tentar?

"Ninguém, ao ser tentado, deve dizer: 'É Deus quem me tenta', pois Deus não pode ser tentado pelo mal e tampouco tenta a alguém" (Tg 1,13)
Este versículo nos ensina duas coisas: a primeira, que Deus não pode ser tentado. O que pode oferecer como tentação a Deus que Ele já não O tenha? Que desfrute, que prazer, que gozo Ele já não possui? Em Deus a tentação é metafisicamente impossível, pois não tem nada a oferecer-Lhe.
A segunda coisa que nos ensina esse versículo é que Deus não tenta ninguém. Deus é bom, por isso não pode tentar ao mal. Deus só pode conduzir para o bem, nunca nos apresentará o mal como bem, nunca nos induzirá ao erro.
Se Deus não pode ser tentado, por que o demônio tentou Jesus? Porque Deus feito Homem poderia, sim, ser tentado. Do mesmo modo, é impossível para Deus sofrer, mas Deus encarnado pôde sofrer. 

FONTE:
FORTEA, José Antônio. SVMMA DAEMONICA, tratado de demonologia e manual de exorcistas. São Paulo: Palavra & Prece, 2010.

sábado, 19 de setembro de 2009

SUÍCIDAS NÃO TÊM SALVAÇÃO???

O Catecismo da Igreja Católica nos ensina que “a dignidade da pessoa humana se fundamenta em sua criação à imagem e semelhança de Deus” (CIC 1700/ 356) e que “a imagem divina está presente em cada pessoa” (CIC 1702/1878) e por isso “a pessoa humana é a ‘única criatura na terra que Deus quis por si mesma’. Desde a sua concepção é destinada à bem-aventurança eterna.” (CIC 1703/363/2258).
Deus nos criou por seu infinito amor, amor que nos promove, desejando que sejemos eternos seres viventes. Ele quer que tenhamos vida e vida em abundância(Cf Jo 10,10). A vida pertence, única e exclusivamente, a Deus. A Ele está inerente.

Diante destas verdades imutáveis, compreendemos que a vida é um dom de Deus e somente Ele tem o poder de revogá-la. O homem, ao contrário, por ser criatura, tem o dever de administrá-la (ou seja, ele não é dono da vida, mas administrador).

“Cada um é responsável por sua vida diante de Deus, que lha deu e que dela é sempre o único e soberano Senhor. Devemos receber a vida com reconhecimento e preservá-la para a honra Dele e a salvação de nossas almas. Somos os administradores e não os proprietários da vida que Deus nos confiou. Não podemos dispor dela”.

Fica mais que claro neste parágrafo que Deus, quando nos confiou este dom, deu-nos por amor, mas não nos poupou do compromisso de bem cuidá-lo, preservando-o. Logo, todo ato contra a vida é mal. Ora, o suicídio é um ato mal, é contraditório à vida, pois atenta contra ela e conseqüentemente contra o seu Criador: Deus; “é gravemente contrário à justiça, à esperança e à caridade. É proibido pelo quinto mandamento” (CIC. 2325) Portanto cometer o suicídio é pecado, é mal e contrário ao natural do homem: viver.

Infelizmente convivemos numa sociedade onde há grupos que usam do suicídio como um meio de exemplo e/ou protesto, incitando jovens, crianças, homens e mulheres à prática. Num caso como este o suicídio torna-se ainda mais grave: torna-se escândalo (já que leva o outro a pecar, podendo perder assim sua alma para sempre). Mas há também os que cometem o suicídio em conseqüência de distúrbios psíquicos graves, depressão, angústia ou desespero, por medo grave de tortura, sofrimento ou provação. Nestes casos pode-se diminuir a responsabilidade do suicida (porque agiu excitado pelo medo, ‘perdendo’, assim, o uso da razão. Confira em CIC 2282/1735).

Entendendo que a vida é um dom de Deus, que Ele a criou e nos deu por amor, mas pediu que dela bem cuidássemos e não atentássemos contra ela, pois isto é um pecado, podemos concluir que o suicida está no inferno? Não, não podemos. E por quê? Porque Deus é misericórdia e amor, tanto que deu ao mundo seu Filho único para a remissão dos nossos pecados. E por ser misericórdia e amor, apenas Deus pode julgar alguém nesta condição. Com isso a Igreja nos orienta a “não desesperar da salvação das pessoas que se mataram. Deus pode, por caminhos que só Ele conhece, dar-lhe ocasião de um arrependimento salutar. A Igreja ora pelas pessoas que atentaram contra a própria vida”. (CIC 2283/ 1037)

Por fim, podemos entender que a Igreja entende o suicídio como pecado, mas anima aos cristãos a não se desesperarem por aqueles que o cometeram, e sim, rezar por suas almas.


BIBLIOGRAFIA

Adaptação de: http://www.veritatis.com.br/article/5064 acessado em setembro de 2009.

sábado, 18 de julho de 2009

O PURGATÓRIO

Atendendo a pedidos, aqui está, PARA O NOSSO CRESCIMENTO ESPIRITUAL, a postagem que complementa a anterior(O INFERNO), a mesma foi retirada do blog do Prof° Felipe Aquino(http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/category/purgatorio/). Bom estudo e que a paz esteja contigo!!!!!




Muitos me perguntam onde está na Bíblia o Purgatório? Ele é uma exigência da razão e mesmo da caridade de Deus por nós. A palavra “Purgatório” não existe na Bíblia, foi criada pela Igreja, mas a realidade, o “conceito doutrinário” deste estado de purificação existe amplamente na Sagrada Escritura como vamos ver. A Igreja não tem dúvida desta realidade por isso, desde o primeiro século reza pelo sufrágio das almas do Purgatório.

1 - São Gregório Magno (†604), Papa e doutor da Igreja, explicava o Purgatório a partir de uma palavra de Jesus: “No que concerne a certas faltas leves, deve-se crer que existe antes do juízo um fogo purificador, segundo o que afirma aquele que é a Verdade, dizendo que se alguém tiver pronunciado uma blasfêmia contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado nem no presente século nem no século futuro (Mt 12,31). Desta afirmação podemos deduzir que certas faltas podem ser perdoadas no século presente, ao passo que outras, no século futuro” (Dial. 41,3). O pecado contra o Espírito Santo, ou seja a pessoa que recusa de todas as maneiras os caminhos da salvação, não será perdoado nem neste mundo, nem no mundo futuro. Mostra o Senhor Jesus, então, neste trecho, implicitamente, que há pecados que serão perdoados no mundo futuro, após a morte.

2 - O ensinamento sobre o Purgatório tem raízes já na crença dos próprios judeus do Antigo Testamento; cerca de 200 anos antes de Cristo, quando ocorreu o episódio de Judas Macabeus. Narra-se aí que alguns soldados judeus foram encontrados mortos num campo de batalha, tendo debaixo de suas roupas alguns objetos consagrados aos ídolos, o que era proibido pela Lei de Moisés. Então Judas Macabeus mandou fazer uma coleta para que fosse oferecido em Jerusalém um sacrifício pelos pecados desses soldados. “Então encontraram debaixo da túnica de cada um dos mortos objetos consagrados aos ídolos de Jâmnia, coisas proibidas pela Lei dos judeus. Ficou assim evidente a todos que haviam tombado por aquele motivos… puseram-me em oração, implorando que o pecado cometido encontrasse completo perdão… Depois [Judas] ajuntou, numa coleta individual, cerca de duas mil dracmas de prata, que enviou a Jerusalém para que se oferecesse um sacrifício propiciatório. Com ação tão bela e nobre ele tinha em consideração a ressurreição, porque, se não cresse na ressurreição dos mortos, teria sido coisa supérflua e vã orar pelos defuntos. Além disso, considerava a magnífica recompensa que está reservada àqueles que adormecem com sentimentos de piedade. Santo e pio pensamento! Por isso, mandou oferecer o sacrifício expiatório, para que os mortos fossem absolvidos do pecado” (2Mc 12,39-45).
O autor sagrado, inspirado pelo Espírito Santo, louva a ação de Judas: “Se ele não esperasse que os mortos que haviam sucumbido iriam ressuscitar, seria supérfluo e tolo rezar pelos mortos. Mas, se considerasse que uma belíssima recompensa está reservada para os que adormeceram piedosamente, então era santo e piedoso o seu modo de pensar. Eis porque ele mandou oferecer esse sacrifício expiatório pelos que haviam morrido, afim de que fossem absolvidos do seu pecado”. (2 Mac 12,44s) .Neste caso, vemos pessoas que morreram na amizade de Deus, mas com uma incoerência, que não foi a negação da fé, já que estavam combatendo no exército do povo de Deus contra os inimigos da fé. Cometeram uma falta que não foi mortal.
Fica claro no texto de Macabeus que os judeus oravam pelos seus mortos e por eles ofereciam sacrifícios, e que os sacerdotes hebreus já naquele tempo aceitavam e ofereciam sacrifícios em expiação dos pecados dos falecidos e que esta prática estava apoiada sobre a crença na ressurreição dos mortos. E como o livro dos Macabeus pertence ao cânon dos livros inspirados, aqui também está uma base bíblica para a crença no Purgatório e para a oração em favor dos mortos.

3 - Com base nos ensinamentos de São Paulo, a Igreja entendeu também a realidade do Purgatório. Em 1Cor 3,10, ele fala de pessoas que construíram sobre o fundamento que é Jesus Cristo, utilizando uns, material precioso, resistente ao fogo (ouro, prata, pedras preciosas) e, outros, materiais que não resistem ao fogo (palha, madeira). São todos fiéis a Cristo, mas uns com muito zelo e fervor, e outros com tibieza e relutância. E S. Paulo apresenta o juízo de Deus sob a imagem do fogo a provar as obras de cada um. Se a obra resistir, o seu autor “receberá uma recompensa”; mas, se não resistir, o seu autor “sofrerá detrimento”, isto é, uma pena; que não será a condenação; pois o texto diz explicitamente que o trabalhador “se salvará, mas como que através do fogo”, isto é, com sofrimentos.

4 - Na passagem de Mc 3,29, também há uma imagem nítida do Purgatório:”Mas, se o tal administrador imaginar consigo: ‘Meu senhor tardará a vir’. E começar a espancar os servos e as servas, a comer, a beber e a embriagar-se, o senhor daquele servo virá no dia em que não o esperar (…) e o mandará ao destino dos infiéis. O servo que, apesar de conhecer a vontade de seu senhor, nada preparou e lhe desobedeceu será açoitado com numerosos golpes. Mas aquele que, ignorando a vontade de seu senhor, fizer coisas repreensíveis será açoitado com poucos golpes.” (Lc 12,45-48). É uma referência clara ao que a Igreja chama de Purgatório. Após a morte, portanto, há um “estado” onde os “pouco fiéis” haverão de ser purificados.

5 - Outra passagem bíblica que dá margem a pensar no Purgatório é a de (Lc 12,58-59): “Ora, quando fores com o teu adversário ao magistrado, faze o possível para entrar em acordo com ele pelo caminho, a fim de que ele não te arraste ao juiz, e o juiz te entregue ao executor, e o executor te ponha na prisão. Digo-te: não sairás dali, até pagares o último centavo.”
O Senhor Jesus ensina que devemos sempre entrar “em acordo” com o próximo, pois caso contrário, ao fim da vida seremos entregues ao juiz (Deus), nos colocará na “prisão” (Purgatório); dali não sairemos até termos pago à justiça divina toda nossa dívida, “até o último centavo”. Mas um dia haveremos de sair. A condenação neste caso não é eterna. A mesma parábola está´ em Mt 5, 22-26: “Assume logo uma atitude reconciliadora com o teu adversário, enquanto estás a caminho, para não acontecer que o adversário te entregue ao juiz e o juiz ao oficial de justiça e, assim, sejas lançado na prisão. Em verdade te digo: dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo” . A chave deste ensinamento se encontra na conclusão deste discurso de Jesus: “serás lançado na prisão”, e dali não se sai “enquanto não pagar o último centavo”.

6 - A Passagem de São Pedro 1Pe 3,18-19; 4,6, indica-nos também a realidade do Purgatório:”Pois também Cristo morreu uma vez pelos nossos pecados (…) padeceu a morte em sua carne, mas foi vivificado quanto ao espírito. É neste mesmo espírito que ele foi pregar aos espíritos que eram detidos na prisão, aqueles que outrora, nos dias de Noé, tinham sido rebeldes (…).” Nesta “prisão” ou “limbo” dos antepassados, onde os espíritos dos antigos estavam presos, e onde Jesus Cristo foi pregar durante o Sábado Santo, a Igreja viu uma figura do Purgatório. O texto indica que Cristo foi pregar “àqueles que outrora, nos dias de Noé, tinham sido rebeldes”. Temos, portanto, um “estado” onde as almas dos antepassados aguardavam a salvação. Não é um lugar de tormento eterno, mas também não é um lugar de alegria eterna na presença de Deus, não é o céu. È um “lugar” onde os espíritos aguardavam a salvação e purificação comunicada pelo próprio Cristo.

Do livro: Purgatório. O que a Igreja ensina.
Prof. Felipe Aquino - http://www.cleofas.comb.br/

sábado, 20 de junho de 2009

Visão do Inferno segundo Dom Bosco



Caríssimos, a postagem abaixo serve para que tenhamos uma melhor postura a respeito do que decidir para as nossa vida. Vida ou morte, céu ou inferno!!!!!!!!

INFERNO
l. O inferno é um lugar destinado pela justiça divina para punir com suplícios eternos os que morrem em pecado mortal.
A primeira pena que os condenados sofrem no inferno é a pena dos sentidos, que são atormentados por um fogo que queima horrivelmente, sem nunca diminuir de intensidade. Fogo nos olhos, fogo na boca, fogo em todas as partes. Cada sentido sofre a própria pena;


Os olhos:sofrem pela fumaça e pelas trevas e são aterrados pela vista dos demônios e dos outros condenados.


Os ouvidos :Dia e noite, só escutam contínuos uivos, prantos e blasfêmias. O olfato sofre enormemente pelo mau cheiro daquele enxofre e pez ardente que o sufoca.


A boca :É atormentada por sede devoradora e fome canina: Et Famem patiéntur ut canes. O mau rico no meio daqueles tormentos, ergueu o olhar ao Céu e pediu, como grande graça, uma pequena gota de água para mitigar a secura de sua língua e até essa gota de água Ihe foi negada.
Por isso, aqueles infelizes, atormentados pelo fogo, choram, gritam e se desesperam. Oh! inferno, inferno ! Como são infelizes os que caem nos teus abismos! - E tu que dizes, meu filho? Se agora não podes conservar um dedo sobre a pequena chama de uma vela, se não podes agüentar nem uma fagulha de fogo na mão sem gritar, como poderás agüentar-te então entre aquelas chamas por toda a eternidade?

2. A Segunda Pena é a Pena nas potências da alma.
Considera além disso, meu filho, o remorso que experimenta a consciência dos condenados. Eles padecerão um inferno na memória, na inteligência, na vontade.


MEMÓRIA:Recordarão continuamente ó motivo da sua perdição, isto é, por terem querido, secundar alguma paixão. Esta lembrança é o verme que nunca morre: Vermis eórum non móritur. Recordarão o tempo que Deus Ihes deu para evitar a perdição, os bons exemplos dos companheiros, os propósitos feitos e não cumpridos. Pensarão nos sermões ouvidos, nos avisos do confessor, nas boas inspirações para deixar o pecado; vendo que já não há remédio, lançarão gritos desesperados.


INTELIGÊNCIA:A inteligência conhecerá finalmente o grande bem que perdeu. A alma separada do corpo, ao apresentar-se no tribunal Divino, entrevê a beleza de Deus, conhece toda a sua bondade, chega quase a contemplar por um instante os cantos harmoniosíssimos dos Anjos e dos Santos. Que dor verificar que perdeu tudo isso para sempre! Quem poderá resistir a tais tormentos?


VONTADE:
A vontade nada terá do que deseja, e ao contrário padecerá todos os males.

3. Meu Filho, Tu que agora não te importas de perder o teu Deus e o paraíso conheceras tua cegueira quando vires; tantos companheiros teus, mais ignorantes e mais pobres do que tu triunfarem e gozarem no reino dos Céus, ao passo que tu serás arrojado para longe daquela pátria feliz, do gozo do mesmo Deus, da companhia da Santíssima Virgem e dos Santos. Eia pois, faz penitencia, não esperes para quando não houver mais tempo: entrega-te a Deus.Quem sabe se não é este o último chamado, e se não correspondes, quem sabe se Deus não te abandona e não te deixa cair naqueles eternos suplícios! Oh! Meus Jesus, livrai-me do inferno: A Poenis inférni libera me, Domine.

sábado, 31 de janeiro de 2009

CERTEZA DO INFERNO!

Cara, estou muito chateado com os "cristãos de cera" (como gosto de chamar os que afirmam ser cristãos. Mas sem o sacrifício, sem as obras). Se eles ao menos soubessem que o inferno é vivo e lugar de tormenta (Como disse Nª Sª de Fátima) o mundo poderia ser bem melhor. Estou cansado dos que se dizem católicos e não o são, estou cansado dos que se dizem Padres e nunca o foram. Hipócritas! Se ao menos soubessem que o teu lugar, por teus pecados e desobediência, é o inferno, não estarias aí gastando o "suspiro", por Deus dado em tuas narinas, do doce dom da vida.
Muitos de nós esquecem o quanto terrível será o inferno e não dão a mínima para o Deus que não mede esforços para a salvação do inconstante ser humano.
Satanás continua a manipular a sociedade e querer ávidamente a destruição da mesma. Infelizmente o mundo cai diante deste ser maligno, infelizmente nós (digo no geral) ainda damos abertura para a invasão deste ser já condenado ao fogo da Geena. Como disse anteriormente: quanto mais assistimos a filmes que contêm violência exarcebada, sexo sem amor, e pricipalmente casos de possessões demoníacas, estamos dando abertura para que a nossa alma e principalmente personalidade seja manchada pela ação destrutiva do demômio, a primitiva serpente. Assistir é aprovar, é por todo o assentimento naquilo que se está vendo. Quem assisti a filmes de possessão demoníaca, aprova, e acredita como sendo possível aquele poder de satanás na sua vida. É aí que mora o perigo! É aí que a serpente invade e destrói o nosso ser. Mesma coisa acontece aos apaixonados por filmes de atrocidades, como no caso de Jogos Mortais. Eu acabo por achar interessante o desespero, a violência e a morte causada ao meu irmão e assim a "violência travestida faz seu trottoir", cada vez mais... como em anúncios luminosos ou lâminas de barbear!
Cuidado meus amigos! Cuidado! Não pensem que o inferno é como o famoso desenho CAVERNA DO DRAGÃO, onde se vê outras pessoas e se tem meios para a fuga.
O limbo, como diz a doutrina, é o lugar de solidão completa e perpétua, lugar de sofrimento s ininterruptos (Desta vez a dor será sentida diretamente na alma, e não mais no corpo. Imagine só! se no corpo já doe tanto, como será que deve ser a dor de alma???... Vixe!!!!!!)! Por isso mantenha-se resistente ao demônio e ele fugirá de vós! (tg 4,7).

PAX ET BONUM!!!
Abraço de seu amigo;
Ewerton Lopes

P.s.: Precisando de ajuda espiritual para não desistir da caminhada? Deixe um recado com o seu endereço de e-mail. DEUS ESTEJA CONTIGO!!!!!!!